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Hesher (2010)

30 set

“You lost your wife, You lost your mom, I lost a nut.”

Um drama tragicômico indie, protagonizado pelo “Indie Mor”  Joseph Gordon-Levitt. E digo mais: o jovem é muito bom no que faz.

Além dele, temos como destaque o menino Devin Brochu, como TJ, um garoto que perdeu sua mãe há pouco mais de 2 meses e vivia com seu pai Paul (Rainn Wilson) e sua vó (Piper Laurie). E temos também Natalie Portman, num papel pra lá de medíocre, mas que ganha destaque por… porque mesmo pessoal? Ah sim, porque é a Natalie Portman oras…

TJ é um garoto com mais expressões faciais do que palavras, inconformado pelo fato de seu pai se desfazer do carro do qual sofreram um acidente que fez sua mãe morrer instantaneamente. Sofria bullying com um garoto chato da escola, (Brendan Hill) que apesar de contribuir para um fluxo da história, fazia o famoso personagem clichê que aporrinha um garoto indefeso. Um belo dia, TJ conhece Hesher (Gordon-Levitt), um sujeito esquisito que como todo metaleiro trash anos 80 que se preze, não toma banho, e usa uma calça preta justa e provavelmente fedida. Hesher então, passa a viver (sem convites) na casa de TJ.

Ao contrário do que podemos esperar a todo momento do personagem, Hesher não é nenhum pouco complacente ou simpático. Xinga, incomoda, ri, das coisas da qual TJ pasma ao notar o comportamento do sujeito. Nem mesmo quando se vê resquícios de um coração mole por parte de Hesher, não há espaço para melindres no filme, se não pela própria história de TJ e o caos que fica o ambiente familiar pela perda da mãe.

Em todo o momento, o comportamento de Hesher ou suas metáforas bizarras enche o filme com uma comicidade agradável, mesmo que o teor do filme seja de um drama. Hesher teve pouquíssima bilheteria, mesmo com nomes fortes no elenco. Mas, acredito que é exatamente este o objetivo de um filme indie. Caso contrário, não o seria.

E não é de se jogar fora. Hesher traz um roteiro interessante, quase como uma lição que não permite clichês simplesmente pelo fato do personagem Hesher fugir de qualquer obviedade.

Dancinha da felicidade de Tom Hansen

15 dez

Ou melhor dizendo: Dancinha da Felicidade pós sexo de Tom Hansen. Cena do filme de 2009 -  500 dias com Ela, mostra Tom (Joseph Gordon-Levitt) saltitando ao som da música You Make My Dreams (Hall & Oates) após uma noite de coito com a linda Summer (Zooey Deschanel). A cena satiriza um pouco as cenas musicais da Disney (principalmente a do filme recente “Encantada”) com passarinhos em 2D sobrevoando, e Tom abraçando mecânicos, garis e executivas (igualzinho é na cidade de São Paulo, experimente fazer isso na Av. Paulista – tipo umas 7h da manhã).

Cena: Dancinha do pós acasalamento de Tom Hansen
500 Dias com Ela (2009)
Dir. Marc Webb

 

E fala se essa cena não é contagiante? Irradiando bom humor… nada como uma boa noite mal dormida…


Romance sem romantismo

9 jun

Saudações!

Em especial de Dia dos Namorados, teremos dois posts relacionados ao tema! Claro, que não me permiti falar de água com açúcar aqui, por mais lindo que seja. Então este primeiro post é mais uma indicação nossa de dois filmes bem legais onde o amor não é recíproco e as pessoas não vivem felizes para sempre como alma gêmeas! ♥

 

Existem diferenças relevantes entre os dois filmes, pois ao mesmo tempo que um você encara super bem o final, o outro te dá um certo vazio gigantesco e até uma pena do Clooney. De qualquer forma, ambos transmitem significados muito interessantes que podem servir de lição. 

(500) Dias com ela – (2009) – Dir. Marc Webb

♫ “Color my life with the chaos of trouble” ♪

Tom (Joseph Gordon-Levitt) trabalha numa empresa de desenvolvimento de cartões comemorativos. Logo, ele conhece a nova assistente da empresa, Summer (Zooey Deschanel) e se apaixona. Entre The Smiths, brigas e bagunças, eles vivem um relacionamento de certa forma intenso…

Nisso, a Summer dá um fora nele… Tom fica todo triste lembrando dos momentos com ela. O filme todo você fica imaginando como isso vai terminar, apesar da Summer ter uma postura beeemm desapegada e descrente no amor.

O estilo do filme é todo retro, ao mesmo tempo que é  atual. E a trilha sonora é bem legal também.

Trailer:

 

Amor sem escalas – (2009) – Dir. Jason Reitman

“The stars will wheel forth from their daytime hiding places, and one of those lights, slightly brighter than the rest, will be my wingtip passing over.”

A profissão de Ryan (George “Awesome” Clooney) é demitir as pessoas e ele apresenta uma postura meio fria nesse aspecto, afinal não pode se influenciar pelo sentimentalismo e decepção das pessoas demitidas. Ele é todo anti-amor, não é nada caseiro, vive viajando por conta da profissão, e não se apega muito com a família. Típico executivo da sociedade moderna e metropolitana sabe? Sozinho e aparentemente realizado. Daí surge a Natalie (Anna Kendrick) que ameaça sua profissão, criando um sistema para demitir as pessoas pela rede. Ela acaba até se dando bem com Ryan, mas é o oposto dele, toda emo, apaixonadinha pelo noivo e chorona quando ele lhe dá um pé na bunda.

Numa das viagens, Ryan conhece Alex (Vera Farmiga – que sobrenome é esse?) e depois de várias copulações e conhaques, ele se apaixona por ela, e aos poucos volta a ser um cara que dá valor as pessoas, a família e a amizade. E se fode em alguns aspectos desta mudança.

 

Veja o Trailer:

Apesar do desamor todo do post, vale a pena assistir os dois filmes, seja solteiro ou cônjugue de alguém…