Quem é a fofa?
Atriz (Ruth Elizabeth Davis) nascida em Massachusetts, que atuou em mais de 90 papéis, entre peças de teatro, Tv e cinema.
5 de abril de 1908 — 6 de outubro de 1989
Abandonada pelo pai quando era ainda bem jovem (7 anos), Bette acabou estreitando mais seu relacionamento com a mãe. No começo da década de 20, Bette já se infiltrava em algumas peças de teatro, acabando por estreiar no final desta década na peça Broken Dishes da Broadway. Já em Hollywood, estreiou no começo da década de 30 com o filme Garota Rebelde. Mas, só foi ganhar um maior destaque com o papel de Julie em Jezebel, que lhe rendeu um primeiro Oscar de melhor atriz (1938).
Tadinha, morreu de quê?
Câncer de Mama, doença da qual já tinha curado uma vez no começo dos anos 80. Aos 81 anos, Bette faleceu na França, e Joseph Mankiewicz sugeriu a frase que se encontra em sua lápide hoje: “Ela fez do modo mais difícil”.

Com Joan Crawford em "O que terá acontecido com Baby Jane?" (1962)
O que ela fez de bom?

Em Jezebel (1938)
A vida de Bette não é marcada só por grandes obras. Teve períodos em que Bette atuou em alguns fiascos que não ganharam destaque na mídia. Entretanto, o que sobressai mais do que o roteiro num filme, é de fato a maneira como Bette atua. Conhecida por fazer papéis cujo personagem tem um humor ácido, sagaz e por vezes temperamental, um dos sucessos iniciais de Bette foi em Jezebel (1938) em que ela faz uma jovem sulista rica que causa um certo espanto na sociedade do século XIX indo num baile com um vestido vermelho. Nesta época, Bette teve um relacionamento com o diretor do longa, William Wyler.
No ano seguinte Bette ainda conseguiu atuar em grandes filmes, como em A Vitória Amarga (1939), mas foi na década de 40 que Bette atua em um outro clássico – A Carta (1940), e também conseguiu ser a primeira mulher presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, cargo que renunciou tempos depois por discordar de alguns conceitos da Academia (demais!). Ainda na mesma década, Bette se casou pela primeira vez (com o artista William Sherry) e teve uma filha em 47 – Barbara. Após esse evento, sua carreira entrou em declínio, atuando em filmes que pouco tiveram destaque.

Em A Malvada (1950)
Eis que a década de 50 se inicia e Bette volta com tudo em A Malvada (1950), um longa que conta com Anne Baxter como protagonista, e embora esta faça uma grande atuação, é de Bette os holofotes no filme. Neste mesmo ano, Bette se divorcia do marido e poucos dias depois, se casa com o também ator de A Malvada, Gary Merrill.
Mais uma década se inicia (adoro o cabelo dela nessa época). E Bette passa a fazer cada vez mais papéis com um foco mais de suspense, em terrores psicológicos como um que lhe rendeu grande destaque: O que terá acontecido com Baby Jane? (1962) Neste, a atriz contracena com Joan Crawford, uma fiel rival de Bette. Reza a lenda, que as duas viviam brigando nos sets de filmagens e todas as cenas de agressões no filme, Bette era mais que autêntica. Fica difícil saber o quão natural Bette representa estas cenas =)

No suspense "Alguém morreu em meu lugar" (1964) do qual Bette faz um duplo papel, interpretando gêmeas com situações sociais antagônicas, porém ambas de temperamento ruim
É Bette Davis porque:
Porque ela nunca se preocupou em ter um rosto impecável diante das telas de Hollywood. Bette não se importava em fazer o papel da sangue ruim, ou da feia da história. E por essa razão, ela era encantadora. Além de seu olhar, forte em muitos dos papéis que representava, Bette trazia naturalidade nas cenas. “Havia muito melhores interpretações nas festas de Hollywood do que jamais houve nas telas de cinema.” Por sua autenticidade, ela se tornou amada e odiada por muitos, deixando obras e interpretações fantásticas.

10 filmes para ver:
- Jezebel (1938)
- Vitória Amarga (1939)
- A Carta (1940)
- A Estranha Passageira (1942)
- A Malvada (1950)
- Pérfida (1941)
- O que terá acontecido com Baby Jane? (1962)
- Alguém Morreu em Meu lugar (1964)
- Com a Maldade na Alma (1964)
- O Aniversário (1968)




Passado no século XIX, em 1852, ano em que a Aristrocacia sulista rural vivia seu auge na america, surtos de febre amarela acontecia (a todo momento era lembrado do surto de 1930), homens duelavam por motivos por vezes frívolos, e as damas da sociedade eram cobradas por uma conduta de regras para não parecerem vulgar. É nesse cenário que surge em poucos minutos de filme, a figura incontestável de Julie (Bette Davis). Seus tios a esperavam junto com alguns convidados para uma recepção, e a fofa aparece com roupa de montaria, o que naquela época se considera um pouco abusivo. Mas, o jeito de Julie andar, de sorrir, e até mesmo de levantar o vestido, além de cativar logo de cara, faz percebermos claramente a figura da personagem: Petulante, teimosa, geniosa que posteriormente foi comparada por sua tia Belle (Fay Bainter) com a persoangem bíblica Jezebel, rainha malévola.

Abrams foi um gênio por conseguir fazer um filme do Star Trek (mais um) que ao mesmo tempo que não desaponta os fãs (chatos e detalhistas) da série também consegue atrair aquele monte de gente que sempre achou escrotinho os klingons e outras raças exóticas criadas ao longo de todos esses anos. Não é todo mundo que gosta da série, mas com a popularidade de Sheldon do Big Bang Theory, acabou trazendo para os que desconheciam, mais curiosidade por Jornada nas Estrelas (ou Star Trek). Fato é que pra gostar de toda a série, tem que ser um nerds de mão cheia, e eu não tenho culhões para isso – com o perdão da palavra. Não tenho como discordar da genialidade de Gene Roddenberry, (embora ele fazia naves explodirem e causar barulho num espaço vácuo do qual o som não se propaga) e eu considero a franquia uma das mais impactantes e atemporais que existe. Em resumo, o filme de 2009 é sensacional, JJ Abrams deu conta e ainda com a história do Universo Paralelo de Spock deu vazão para mais 50 anos de Star Trek…
Concordo que há filmes dos anos 80 em que rola a nostalgia, e muito dos filmes que você considera sensacional, quando vai rever hoje em dia acha um lixo e conclui que era sensacional somente quando se tinha 10 anos. Bom… Não é o caso deste filme, claro… Apesar das bobices comuns de todo filme de ficção científica com pé na aventura, ele também tem sua genialidade e um bom roteiro.








